sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Crianças Índigos e Cristais - Parte 1

                                                    


Sempre houve na Terra, momentos de transição onde seres especiais nascem para manifestar mudanças importantes na humanidade. Desde os anos 80, estamos novamente em um período de transição de Era. Mas já nos anos 70, estudiosos notaram que um grande número de crianças apresentavam um comportamento diferente quanto à obediência, principalmente. Elas não se enquadravam naquilo que se esperava delas. Os primeiros casos de hiperatividade surgem neste período, e consequentemente, os remédios para “ajudar” os educadores e pais.
Com a Convergência Harmônica em 1987 e a Terra entrando no Cinturão de Fótons, todo o processo de transição para uma Nova Era se intensificou. Psicólogos e estudiosos comportamentais sensíveis à energia e à leitura da aura, começaram a falar nas crianças índigos, pois um grande número delas apresentava esta coloração em suas auras.
Perceberam algumas características comuns nas crianças e uma nomenclatura foi criada para facilitar a compreensão aos  pais e educadores.
A psicóloga Nancy Ann Tappe foi  a primeira a identificar este fenômeno.
Os 4 tipos de crianças índigos que classificou são:

1- Humanistas: vieram para lidar com muitas pessoas, servirão à massa. Médicos, advogados, professores, comerciantes e políticos são as profissões que este tipo pode escolher seguir. Hiperativos, se distraem facilmente, mas conseguem ser sociáveis. Exemplo típico destas crianças é que não adianta reclamar da bagunça no quarto deaes, para elas não incomoda e podem também passar horas lendo livros, submersos na leitura.

2- Conceituais : são crianças interessadas em projetos. Podem escolher ser:   engenheiros, projetistas, astronautas , pilotos e militares. Podem ter a tendência de controlar as situações e pessoas; os meninos podem controlar as mães e as meninas, tendem a controlar os pais. Essas crianças apresentam dificuldade para serem independentes, assim na adolescência requerem uma atenção especial dos pais quanto ao uso de susbtâncias tóxicas.

3- Artista: crianças que experimentam todos os esportes, vários tipos de arte. A recomendação é não comprar os instrumentos para elas, melhor alugar, pois vão se decidir apenas na adolescência o que querem realmente. São muito sensíveis e criativos. Podem ser ótimos cirurgiões, professores e artistas.

4- Interdimensional: são aquelas crianças que com 2 anos de idade respondem aos adultos com muita segurança, sobre os mais variados assuntos. Eles costumam dizer “ eu já sabia”, “eu sou capaz de fazer isso sozinho” ou “não me aborreça”.  O risco é que cresçam vaidosos. Podem trazer como missão novas religiões e filosofias.
Infelizmente nem toda criança encontra um terreno fértil em família, elas muitas vezes não são compreendidas. Minha experiência me levou a constatar que esta geração pode ser penalizada com dois fatores, o primeiro é o tempo que os pais disponibilizam para elas. Num mundo frenético como o que vivemos os pais podem passar grande parte do tempo trabalhando e vão pensar em dar todo tipo de conforto para o filho, deixando de lado o tempo livre para ouvi-los de verdade. O segundo fator, é em relação à educação emocional, que nem as escolas nem os pais parecem valorizar.
Um grande número de crianças hiperativas têm pais também hiperativos. Adultos que passam o dia ocupadíssimos passam às crianças muitas vezes, uma energia de ansiedade.
As crianças sofrem com a falta de integração social, boas escolas, carinho e atenção.
Um mundo melhor será possível quando cuidarmos bem de nossas crianças, dando possibilidade a elas de manifestarem o potencial criativo inovador que trazem dentro de si.
Temos vários exemplos felizes de jovens que estão inovando na tecnologia, ecologia e ações sociais.
Na geração índigo, com exceção dos tipos artísticos, nem sempre eles serão muito dóceis, seguem o que creem que seja certo fazer e se algo os atrapalha podem reagir de maneira extrema.
Vieram preparar o caminho para as próximas gerações. Sabemos da existência de crianças muito sensíveis e especiais que nasceram depois dos anos 90, são chamadas de crianças cristais devido à cor de sua aura, cristalina, em cores de tons pastéis ou rosados, como madrepérola.
Essas crianças passam muito tempo sozinhas, não vivem bem em grupos e poucos entendem sua necessidade de solidão.
Melhor evitar centros comerciais ou qualquer lugar com multidão.
Lugares onde pode entrar em contato com a natureza são aqueles que elas preferem.
Muitas coisas podem influenciá-las negativamente, tais como:  emoções negativas dos outros, odores fortes, certos alimentos, produtos químicos, a sensação de “estar vestido”, violência e a dor e sofrimento das pessoas.
Elas costumam ter um olhar profundo, como se olhassem nossa alma. Tanto são magnéticas que atraem pessoas ao seu redor porque passam uma energia maravilhosa.
Diferem dos índigos, que possuem um ego exuberante, por serem crianças doces, gentis e inocentes.

Mestra Ana Maria Nardini
Ministra da Juventude

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

A Caridade

Meus amados, nosso trabalho, para ser sustentado, requer uma atenção muitíssimo especial de cada um de vocês. Não falo da doação apenas da moeda corrente que sustenta em parte nossa ação enquanto chelas neste plano, eu me refiro a uma moeda universal mais valiosa que ouro, diamantes ou qualquer tesouro pertencente ao plano material em que nos encontramos ancorados por meio dessa encarnação. Eu me refiro a moeda do sentimento fraterno e o pensamento altruísta que enobrece a alma daqueles que encontram-se contritos com a presença divina em seus corações.

Este sublime tesouro espiritual que é a fonte imorredoura de amor, sabedoria e poder em nossos corações é o que nos mantém conectados ao nosso plano divino e aos mestres ascensos e os demais seres da Grande Fraternidade a que pertencemos. Este é o verdadeiro sustento de nosso trabalho, as doações financeiras são necessárias para o nosso trabalho aqui, mas ainda mais necessária é a exteriorização do sentimento fraterno e do pensamento altruísta. A exteriorização dos mesmos só pode ser confirmada através da oração em ação que conhecemos pelo nome de caridade.

Dentro deste templo, ao qual participamos como chelas, nos mais diferentes graus, precisamos primar pelo livre exercício do amor, sabedoria e poder divinos. Precisamos entende-los exatamente nesta ordem:

Primeiro, o Amor. O sentimento mais importante. Não o amor dos românticos, mas o amor da fonte, o amor fraterno, o amor obediente a Deus, o amor que é força magnética irresistível e que quer sempre o bem de todos.

Segundo, a sabedoria. Através do sentimento sublime do amor, nós nos conectamos aos Mestres do plano etéreo e nos tornamos receptivos ao chamado do Cristo, que nos convida ao renascimento místico através do batismo no fogo divino do Espirito Santo. Mortos como pecadores e renascidos como filhos e filhas de Deus despertamos e adentramos o portal do conhecimento e, posteriormente, o portal da sabedoria.

Terceiro, o poder. O amor e a sabedoria nos empoderam espiritualmente e banham as outras áreas de nossa vida (mente, sentimento e matéria), o poder criativo de Deus que nos é transmitido através do bastão da iniciação na sagrada ordem e a revelação da nossa parte no plano divino nos dão controle sobre as circunstancias exteriores e empoderamento diante das ilusões da mente, das ondas emocionais que tanto arremessam a humanidade de um lado para o outro: nos extremos do ser, das fantasias que nascem da presunção do saber sem saber e apego ao poder pelo poder. O poder divino tem propósito, e seu proposito é o bem supremo.

Queridos chelas, a quem tenho a honra de auxiliar em nome de Saint Germain, busquem meditar em como está sua relação com as três joias ensinadas pelo Senhor do Mundo ( Budda, Dharma e Sangha), que é a base para toda Grande Fraternidade Branca. Se houver algum bloqueio, peçam a Divina Presença em seus corações que libertem aquela área em suas vidas onde o amor, sabedoria e poder divinos precisam triunfar para sua própria realização na luz.

Um forte abraço a todos,

Mestre Ferdinando Taveira.

Namastê!

quarta-feira, 26 de julho de 2017

Tattva Bodha: o texto sagrado do Yoga





O Tattva Bodha é um texto sagrado do Yoga, composto por Shankara, um mestre yogi, na intenção de deixar claro o que traziam os Vedas, os ensinamentos da fisiologia Yogi.
O primeiro verso deste texto trata do ensinamento do Guru ao Discípulo, e neste verso é dito o seguinte:
Existem 4 qualidades que o discípulo deve ter para obter o conhecimento, são elas:



- DISCERNIMENTO - para saber o que é eterno e o que é não eterno.
- DESAPEGO - para entender que deve aproveitar o fruto de suas ações e que esse fruto não depende só de si.
- DISCIPLINA - para que se leve uma vida baseada em valores, pois assim sendo, se torna capaz de observar a si mesmo, aprendendo assim a agir no lugar de reagir.
- DESEJO - entendo que a vida precisa de desejos para ser vivida, mas não deve ser escravo desse desejo.
Exercitando essas quatro qualidades, passamos a perceber a vida de forma mais leve. É um exercício diário, difícil de se atingido, mas a simples tentativa de obtê-los já nos traz grandes melhoras.
Compartilho com vcs isso com todo meu carinho.



Namastê!
Angela Pinheiro

Instrutora de Yoga e Discípula do Templo Universal Despertar.